Publicado por tiagojsoares em Agosto 16, 2009
Governo deu 20 milhões a arquitectos sem concurso público
A Parque Escolar, empresa pública criada em 2007 para construir e reabilitar escolas secundárias, já pagou mais de 20 milhões de euros a arquitectos que foram contratados por convite directo.
Segundo a edição de domingo do diário Público, foram adjudicados 105 projectos (que correspondem ao número de escolas já intervencionadas ou em intervenção) a 80 gabinetes de arquitectura, sem concurso público. Até ao final do ano estão previstas mais uma centena de adjudicações.
Desde 2007 e até ao final deste ano, mais de 200 escolas secundárias terão sido alvo de intervenção, num valor três vezes superior ao gasto na construção da Ponte Vasco da Gama.
Ao abrigo da legislação de excepção aprovada nos últimos dois anos para garantir a rapidez das obras, a Parque Escolar pode celebrar contratos por ajuste directo cujos montantes são, no caso dos projectos de arquitectura, oito vezes superiores ao limite fixado no regime normal.
Mas, e segundo o Público, a Parque Escolar continua obrigada a seguir regras de transparência que tem vindo a ignorar. Concretamente, a realização de concursos com pelo menos três propostas diferentes, cujos resultados têm que ser divulgados na Internet. Algo que não está a acontecer.
A Ordem dos Arquitectos, em declarações ao jornal, critica os métodos utilizados pela Parque Escolar e afirma que os arquitectos «perderam completamente as escolas», deixando de poder concorrer livremente pelos projectos, face aos convites a um número restrito de ateliês.
in Público
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Publicado por tiagojsoares em Julho 15, 2009
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Publicado por tiagojsoares em Junho 30, 2009
Azenha de Santa Cruz inaugurada A segunda fase das obras de reconversão da Orla Costeira de Santa Cruz foi oficialmente inaugurada no passado domingo, dia 21, pelo secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão. Representou um investimento de 1.287.702 euros, comparticipado em 65 por cento no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio.
Abrange uma área de 5.930 m2. Na reconversão está também incluída a azenha, palco escolhido para os discursos.
A manhã de domingo começou com um passeio pela renovada marginal de Santa Cruz para os políticos locais, o motivo foi a inauguração “oficial” da segunda fase das obras de reconversão da orla costeira. Chegada a comitiva à recuperada azenha, Carlos Miguel usou da palavra para agradecer aos técnicos envolvidos no projecto, citando o nome de cada um, e também à “grande articulação técnica” entre estes e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo que “em parceria fizeram melhor e mais rápido”.
Relativamente à azenha o presidente da autarquia torriense contextualizou todo o processo, desde o estudo histórico e patrimonial desenvolvido por duas associações do concelho até ao trabalho do mestre Henrique, da Melroeira, que reconstruiu todo o engenho para que possa trabalhar. O edifício vai funcionar todo o ano como posto de turismo e terá também actividades pedagógicas para os mais novos, como por exemplo o ensinar do ciclo do pão articulado com o funcionamento da azenha e do moinho dos Caixeiros, porque para Carlos Miguel aquele local não deve ser só um ponto de passagem, mas sim um local para ser vivido e sentido.
“Uma obra como esta não é um ponto de chegada, mas um ponto de partida”, disse o autarca para reforçar a mensagem de que espera que o Governo apoie no futuro outras obras: “Santa Rita e Porto Novo já têm um formato de que gostamos, mas sabemos que ainda falta obra. A parte sul do concelho, ou seja a praia Azul, Cambelas e Assenta precisam de muitas obras de recuperação que muito dificilmente as conseguiremos executar sem a ajuda do Governo, por isso contamos com vossa excelência para nos apoiar”.
Por sua vez João Ferrão considerou que o trabalho executado foi muito bom e onde as parcerias locais foram privilegiadas para potenciar a história, a memória e a tradição no presente e no futuro. “É a alegria de fazer melhor que se nota em Torres Vedras e que transforma o concelho num exemplo que ilustra que é possível fazer diferente e bem. Digo-lhe senhor presidente que ouço os seus recados e garanto-lhe que nenhum bom projecto, como aqueles que apresentou, ficou sem apoio do Estado, porque o dinheiro público não é atribuído por amizade, mas pelos bons trabalhos que devem ser apoiados”, concluiu.
Fonte: Badaladas
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Publicado por tiagojsoares em Junho 5, 2009
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Nota: Esta galeria não pertence ao autor deste blog
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Publicado por tiagojsoares em Maio 31, 2009
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